08 abril, 2016

10 coisas que só jornalistas entendem.

  • O prazer de gravar uma passagem de primeira.
  • A psicologia de entrevistar uma criança que não responde mais do que “sim”, ”uhum”.
  • A felicidade de uma coletiva de imprensa em um dia sem pauta.
  • O aperto do “Devolve, AGORA!” em uma transmissão ao vivo.
  • O tiro na cabeça de um computador reiniciar sem salvar o bendito texto.
  • O sentimento de trabalhar todos os feriados, incluindo natal e ano novo.
  • A coxinha com overdose de café.
  • O desejo de cometer um crime contra a vida quando alguém diz: “Iai, quando vai aparecer no Jornal Nacional?”
  • A curiosidade a flor da pele.
  • O dilema de reclamar tanto e não largar a profissão.

Beatriz Cantarino 


05 junho, 2015

Aquário.




Puta que los pareôs! Quem começa um post assim, Jesus?
Mas é porque eu tô formando! F O R M A N D O. Faltam menos de 30 dias para minha colação. E advinha só? Estou soltando foguetes. Sou 99,99 % jornalista. Quase na hora de mudar o status do perfil. Enfim. Me deu saudade daqui!

Tenho muitos casos pra contar. Vou contar um hoje para começar.
Estava eu, indo fazer uma matéria sobre: Cuidados com os idosos.
Eu sempre muito sentimental, já fui com o coração molenga.
Cheguei na casa de um casal de idosos. Tudo muito organizado e limpo. Cheirando a casa de avó! Tinha um aquário na sala. Um mega blaster power aquário. Já fui aproximando da velhinha. Singelamente eu disse:

-"Oi, que prazer conhecer a senhora! Como está?"

SILÊNCIO

-Eu: "Qual nome da senhora?"

SILÊNCIO

Insisti..

-"A senhora ta joia né?" 

NENHUMA PALAVRA.

Eu já fui pensando que ela não tinha ido com minha cara, que ela estava brava, não queria dar entrevista ou que eu estava com bafo. Não sei. Foi aí que o marido dela encostou meu braço e fez sinal negativo próximo ao ouvido. A senhora era surda. Eu queria enfiar minha cabeça no aquário da sala. Mas eu apenas dei uma risadinha sem graça... e disse :

-"Me desculpe, não sabia. tudo bem com o senhor?" 

SILÊNCIO


Observei e insisti:

-"Qual seu nome?"

Ele fez sinal negativo na boca. Ele era mudo. Sentamos na cozinha, tomamos café. E eu tinha acabado de encontrar o casal mais guerreiro que já conheci. Aprendemos sempre, todos os dias.

E tambem: maisnada. Nunca devemos enfiar a cabeça no aquário alheio. 

 
Beatriz Cantarino     





30 março, 2015

CAJU

Olá, Olá! Bem vindos ao CAJU, Central de Atendimento Jornalismo Universitário.

A CAJU fica muito feliz em ter você aqui!

1) Você precisa tentar começar seu texto? Clique em “Não sou um jumento, só tô sem criatividade.

2) Você precisa de ideia pra começar um texto? Clique em “Bora ler, pra depois pensar em escrever.”  

3) Você não entende a letra do seu bloquinho? Clique em: “Consulta ao farmacêutico.”

4) Você precisa de paz do assessor? Clique em “Mande seu release para meu e-mail, depois eu dou uma lidinha.

8) Você tem muita dúvida com português? “Volte à opção número 2.”

7) Você não salvou seu texto e seu computador deu pau? Clique em “Se fú. Antes de querer salvar o mundo, salve seu texto.

9) Você esta sem dinheiro pra tirar Xerox da bendita apostila que o professor passou? Clique em “Vaga de estágio.”

6) Você quer desabafar? Clique em “Porcaria de café melado.

10) Você é estudante de jornalismo, clique em : “Ainda da tempo de mudar.

Para outras opções aguarde o editor fazer o fechamento do jornal. Não recomendado. 





Beatriz Cantarino 

28 março, 2015

Quem? Eu?

Olá, olá! Olha quem está aqui. Eu! Ponto e Vírgula ativo novamente! Fiquei algum tempo sem postar.. e caracoles, muita coisa mudou. Já estou no último período de Jornalismo. TCC engrenado. E me bateu uma saudade daqui. As poucos vou voltando e interagindo mais com vocês. Bem vindos de volta! 

Beatriz Cantarino